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Arte da JAM no MAM Arte da JAM no MAM

E com pátio cheio!

Com aquele público cheio de gente interessante, que a gente gosta, a última JAM no MAM de setembro (28/09) foi alegre como quer a primavera, que começou neste mês e levou de volta às ruas os soteropolitanos cansados de tanta chuva. E foi uma noite de escolhas musicais variadas - rolou de "Quizás, Quizás, Quizás" (do cubano Osvaldo Farrés) a "Ilê Aiyê" (Gilberto Gil).

Afinados, Matias Traut (Argentina), André Becker (sax), Paulo Mutti (guitarra), Jeã de Assis (percussão), Gabi Guedes (percussão), Ivan Bastos (contrabaixo), Ivan Huol (bateria), André Tang (percussão) e Bruno Aranha (teclado) tocaram clássicos como "Body and Soul" (Johnny Green) e "All Of Me" (Cole Porter). Para a alegria do público, ainda rolaram "Sossego" (Tim Maia), "Chameleon" (Herbie Hancock) e as participações de Hilvado Patriarca (bateria), Márcio Pereira (guitarra) e Luan Costa (percussão).

O time da Live Act, a "jam de imagens" que dá vida aos telões do pátio do MAM, também animou o público com imagens antigas misturadas a captações ao vivo. O guitarrista Felipe Guedes deu as caras empunhando a sua clarineta e mostrou mais uma vez porque tem sido chamado de multiinstrumentista - ele toca ainda baixo, guitarra e bateria. Ah! É bom lembrar que quem abriu a noite foi o baixista Tomaz Loureiro, interpretando uma composição própria, "Êxodo Urbano". Só para constar: Tomaz é filho do mestre Ivan Bastos!

Matias, Felipe, André e Jea na JAM no MAM. Foto Joana Rizério.

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