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Arte da JAM no MAM Arte da JAM no MAM

Uma sessão de imprevisibilidades sonoras     

O último sábado (19/01) foi marcado pela virada do tempo - trovoadas e relâmpagos que não acabavam mais durante o dia e, à noite, fez a jam ficar num clima mais intimista. Nosso público estava lindo e, sem chuva, conferiu mais uma sessão de imprevisibilidades sonoras!

Começando só com músicas brasileiras, os músicos mandaram logo de cara "Cordeiro de Nanã" (Matheus/Dadinho), "Donateando" (Ivan Huol) e "Pro Zeca" (Victor Assis Brasil), com Elton, Jeã de Assis, Gabi e Orlandinho na percussão - além de grandes solos de Marcelo Galter (piano) e Joatan Nascimento (trompete).

"All the things you are" (Jerome Kern) e "Triste" (Vinicius de Moraes) tiveram Victor Brasil na bateria e a estréia do jovem baixista Felipe Moreno no palco da JAM. Diretamente da Bélgica, mas num groove bem brasileiro, o flautista Manuel chegou junto e mandou ver em "Foot Prints", de Wayne Shorter. O ritmo caribenho de "Para los rumberos" (Tito Puente) colocou o astral lá em cima e formou aquele time de percussão que só se vê por aqui! Para quebrar a hegemonia masculina da noite, a derradeira "Cantaloupe Island", de Herbie Hancock, ganhou o toque do charme feminino com a presença da super guitarrista Lui Rabello. Se você deixou de ir por causa das nuvens no céu, essa é a hora de se arrepender...!

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