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Arte da JAM no MAM Arte da JAM no MAM

Patrocinando jam sessions


A JAM no MAM é um dos projetos mais festejados – e presentes – na agenda cultural de Salvador. Em seus mais de 13 anos de duração, ajudou a consolidar a formação e a visibilidade de várias gerações de músicos que, através das jam sessions semanais, construíram um jazz com sotaque baiano, fortemente influenciado pela multiplicidade rítmica da música do estado. Não por acaso, desde o dia 22 de junho a Bahiatursa vem sendo uma das patrocinadoras do evento, que ao longo dos últimos anos atraiu uma média de 1.300 pessoas por sessão, misturando baianos e turistas de todo o mundo para conferir de perto o “jazz da Bahia”.

 “O jazz na Bahia tem um grande apelo turístico, uma vez que representa um ritmo universal, de fácil compreensão, e pode realmente se constituir num atrativo de visitantes para a Bahia”, afirma o secretário do Turismo e presidente da Bahiatursa, Domingos Leonelli. Em todos esses anos, a JAM no MAM construiu algumas peculiaridades musicais que a diferenciam de outras jam sessions espalhadas pelo mundo. Graças à forte tradição percussiva da música baiana e à riqueza de ritmos da cultural popular local, as performances oferecem um mix de baião, samba, frevo, salsa, blues e swing, trazidos para um universo que tem como tônica a improvisação. É exatamente essa particularidade desenvolvida ao longo dos anos, com a participação dos mais variados músicos, que vem ajudando a criar o “jazz da Bahia”.

E essa fama tem expandido suas fronteiras para muito além da Bahia. Entre o ano de 2007 e 2013, período em que a JAM está no local que ocupa hoje, foram realizadas quase 300 jam sessions, com mais de 393 mil participantes, muitos deles de outros estados e países. Para Cacilda Povoas, coordenadora geral do projeto, a presença de turistas na plateia e no palco da JAM no MAM é muito grande, “e o apoio da Bahiatursa, que nos dará um aporte para prosseguirmos com o projeto, é o reconhecimento desse trabalho”. Ela lembra que as sessões musicais do MAM atingem o turista e alcançam visibilidade internacional não só por causa de uma divulgação boca a boca, mas também por meio de reportagens de alcance internacional.

“Conseguimos encher os olhos do visitante, porque encontramos um caminho que não descarta a nossa cultura”, afirma o músico Ivan Huol, idealizador da JAM. Na avaliação do diretor de Serviços Turísticos da Bahiatursa, Weslen Moreira, a participação da Bahiatursa como patrocinadora é oportuna porque, além de ser um produto artístico de primeira linha, o evento é realizado de frente para o deslumbrante cenário da Baía de Todos os Santos, em um local que abriga ainda o Museu de Arte Moderna e o Parque das Esculturas. O patrocínio da Bahiatursa à JAM no MAM valeu até o final do mês de agosto e foi fundamental para a continuidade do projeto nesse período.


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