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Arte da JAM no MAM Arte da JAM no MAM

Números comemorados na JAM do último sábado (16/11).

A JAM no MAM, já adolescente, está com 14 anos e cheia de graça. Ivan Huol, na abertura da sessão do último sábado (16/11), fez um balanço do sucesso de uma dos mais tradicionais encontros musicais e uma das únicas jam sessions de verdade na capital baiana. Também o programa mais presente e assíduo da agenda cultural da cidade!

E motivos para comemorar é o que não faltam. Mantendo a impressionante média de 1.300 espectadores por sábado, atingiu o – não menos impressionante – público de 400 mil pessoas, 14 anos e dois DVDs após a sua estreia. Nada mal para um evento autoral de improvisação, baseado na valorização da música instrumental produzida na capital baiana!

E como acontece todos os sábados, o primeiro trabalho dos músicos é gravar a chamada de abertura do Jazz na Madrugada. Neste final de semana foi o baterista Daniel Ragoni quem estrelou os primeiros segundos do programa da TVE que vai ao ar toda sexta-feira, a partir da meia-noite, com reapresentação aos sábados, no mesmo horário.

E, no palco, esteias! Foi a primeira vez que Watson Calazans, frequente guitarrista da JAM, participou do evento como titular da Banda Base. Menino talentosíssimo, Leandro Cerqueira integrou com o sax o trio de metais composto por André Becker (sax) e Matias Traut (trombone). Bonito foi ver o público cantando junto com a Banda a famosa “Garota de Ipanema” (Tom Jobim). Tiago Nunes e Luan Costa, que também são conhecidos da JAM, integraram pela primeira vez a Banda Base. A JAM ainda recebeu participações de músicos como Isaías Rabelo (teclado) e Chico Oliveira (guitarra). A música de encerramento foi a clássica da JAM no MAM: “Footprints”, do mestre Miles Davis.

É... Essa JAM está crescida...!


Foto Márcio Lima.

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